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A Carta De Malfus


guiga01

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2ª Roleplaying que fasso...

 

A carta de Malfus

 

No dia 29 de março de 549 eu e minha tripulação fomos jogados a deriva no mar após uma batalha sangrenta contra uns piratas, que queriam saquear nosso navio, no meio do mar Báltico. Após horas e horas sem ver nada alem de mar e meus tripulantes morrerem pouco a pouco avisto um pedaço de terra esquecido por todos.

Nado direto até lá sem saber direito o que estou fazendo. O sol me castigava ferozmente quando finalmente chego na ilha me reponho o mais de pressa possível para ir em busca de algo para comer, pois passei horas á deriva do mar com uma fome incensa e insaciável.

Após andar algumas horas sendo perseguido por criaturas horrendas que queriam me devorar, quase sem forças para andar, eu avisto um portão gigantesco. Chamo aos berros para alguém abrir o portão. o portão gigantesco range ensurdecedoramente as engrenagens com um passe de mágica , revelando uma cidade rústica do século três.

Antes que eu pudesse explicar o acontecido até aquele momento eu desmaio. Acordo assustado , cinco horas depois, mas recuperado dos ferimentos e ao lado de um copo de vinho e uns meats bem quentes, do que satisfaço minha fome. Analiso por alguns instantes aquele quarto minúsculo e escuro cuja única iluminação era uma janela entreaberta sobre a cama onde repousei.

Tento sair mas a porta está trancada. Grito por alguém e repentinamente um homem encapuzado abre a porta e aponta uma espada afiadíssima para meu fino pescoço.

O homem diz que o rei Turco III prendeu-me ali para minha própria segurança e completa que serei dado como recompensa para a pessoa ou monstro que trouxer o Livro Das Magias Negras que foi roubado a séculos. Questiono o homem, perguntando-lhe porque ele havia falado a palavra "monstro".

O homem de braços fortes explica que o rei lançou uma maldição na cidade onde todos viram monstros a noite. Ele afirma que o rei quer o livro para virar monstro dia e noite pois acredita que será temido por todos. Em seguida o homem me tranca novamente.

Reflito um pouco sobre suas palavras. Quando ouço seus passos se afastarem, noto que estou sem minhas armas, atiro de encontro a porta de ferro maciço e consigo arrombá-la. Sigo sorrateiramente pelo corredor escuro e úmido até um dos guardas que estava de costas, em seguida nocauteio com uma forte pancada na cabeça.

O homem cai como um estrondo forte no chão. Pego sua espada e vou a caça do Rei daquele misterioso lugar. Estranhei que não haviam guardas dentro da fortaleza, mas reparei que estavam todos protegendo os portões das criaturas. Chego facilmente na sala do rei e percebo que há muito sangue nas paredes e muitos corpos dilacerados no chão.

Quando finalmente chego ao trono onde o rei me espera, percebo que a noite acabara de chegar.O rei vira um espectro na minha frente. Tento arrancar-lhe a cabeça.

Foi inútil.

Ele começa a sugar aos poucos a minha alma. Não conseguia me mexer. De repente, com um ultimo suspiro e com meu corpo quase totalmente paralisado, cravo-lhe a espada no coração.

Consigo matá-lo mas ele consegue aprisionar minha alma. Na cidade, todos já monstruosos, fogem da cidade que com a morte do Rei faz que com os portões se abram e as criaturas se espalhem pelo mundo.

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Pronto erros arrumados, se ver qualquer outro posta aqui!

Edited by GuIgA01
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2ª Roleplaying que fasso...

 

A carta de Malfus

 

No dia 29 de março de 549 eu e minha tripulaçao fomos jogados a deriva no mar após uma batalha sangrenta contra uns piratas, que queriam saquear nosso navio, no meio do mar Báltico. Após horas e horas sem ver nada alem de mar e meus tripulantes morrerem pouco a pouco avisto um pedaço de terra esquecido por todos.

Nado direto até la sem saber direito o que estou fazendo. O sol me castigava ferozmente quando finalmente chego na ilha me reponho o mais de pressa possível para ir em busca de algo para comer, pois passei horas á deriva do mar com uma fome intença e insaciavel.

Após andar algumas horas sendo perseguido por criaturas horrentas que queriam me devorar, quase sem forças para andar, eu avisto um portão gigantesco. Chamos aos berros para alguém abrir o portão. o portão gigantesco range ensurdecedoramente as engrenagens com um passe de mágica , revelando uma cidade rústica do seculo três.

Antes que eu pudesse explicar o acontecido até aquele momento eu desmaio. Acordo assustado , cinco horas depois, mas recuperado dos ferimentos e ao lado de um copo de vinho e uns meats bem quentes, do que satisfaço minha fome. Analiso por alguns instantes aquele quarto minusculo e escuro cuja a única iluminação era uma janela entreaberta sobre a cama onde repousei.

Tento sair mas a porta está trancada. Grito por alguém e repentinamente um homem encapuzado abre a porta e aponta uma espada afiadissima para meu fino pescoço.

O homem diz que o rei Turco III prendeu-me ali para minha própria segurança e completa que serei dado como reconpensa para a pessoa ou monstro que trouxer o Livro Das Magias Negras que foi roubado a séculos. Questiono o homem , perguntando-lhe porque ele havia falado a palavra "mosntro".

O homem de braços fortes exploca que o rei lançou uma maldição na cidade onde todos viram monstros a noite. Ele afirma que o rei quer o livro para virar monstro dia e noite pois acredira que será temido por todos. Em seguida o homem me tranca novamente.

Reflito um pouco sobre suas palavras. Quando ouço seus passos se afastarem, noto que estou sem minhas armas, atiro de encontro a porta de ferro maciço e consigo arrombá-la. Sigo sorrateiramente pelo corredor escuro e úmido até um dos guardas que estava de costas, em seguida nocauteio com uma forte pancada na cabeça.

O homem cai como um estrondo forte no chão. Pego sua espada e vou a caça do Rei daquele misterioso lugar. Estranhei que não haviam guardas dentro da fortaleza, mas reparei que estavam todos protegendo os portões das criaturas. Chego facilmente na sala do rei e percebo que há muiro sangue nas paredes e muitos corpos dilacerados no chão.

Quando finalmente chego ao trono onde o rei me espera, percebo que a noite acabara de chegar.O rei vira um espectro na minha frente. Tento arrancar-lhe a cabeça.

Fou inútil.

Ele começa a sugar aos poucos a minha alma. Não conceguia me mexer. De repende, com um ultimo suspiro e com meu corpo quase totalmente paralisado, cravo-lhe a espada no coração.

Consigo matá-lo mas ele concegue aprisionar minha alma. Na cidade, todos já mosntruosos, fogem da cidade que com a morte do Rei faz que com os portões se abram e as criaturar se espalhem pelo mundo.

 

Tá mt, mas tem alguns erros ortográficos! Melhore isso!

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olha só "exploca" "Fou" no seu texto

 

bom a historia ta mt boa uma dica antes de postar pro pessoal nao ficar te enxendo com erros de ortografia bota o texto no Microsoft Word e corrige a ortografia ele vai mostrar o que ta errado...

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